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	<title>Em Viagem</title>
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		<title>São Paulo sem detalhes</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 11:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thamara Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi logo no segundo dia em São Paulo. Eu estava em um sebo e a conversa que ouvi teve pouco a ver com o fascínio da cidade, mas deixou impressões curiosas. O dono do sebo conversava com um amigo que, aliás, se dizia músico da banda de uma cantora famosa. Eu estava no lugar fazia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi logo no segundo dia em São Paulo. Eu estava em um sebo e a conversa que ouvi teve pouco a ver com o fascínio da cidade, mas deixou impressões curiosas. O dono do sebo conversava com um amigo que, aliás, se dizia músico da banda de uma cantora famosa. Eu estava no lugar fazia tempo, folheava revistas desbotadas, revirava livros velhos e lá vai poeira.<span id="more-1269"></span>E os dois continuavam conversando.</p>
<p>Até que o dono do sebo resolveu contar sua experiência Brasil afora: “Já rodei o país todo trabalhando, mas São Paulo é o único lugar onde as coisas funcionam”, começou. E continuou a história passando por aqueles velhos rótulos regionais: “o sul funciona bem”, “mineiro é desconfiado”, e terminou naquele que parece o preferido dos paulistanos: “mineiro é baiano preguiçoso”. Claro que ele nem imaginava que, em pleno Itaim Bibi, uma mineira ouvia a conversa quase irritada.</p>
<p>Por mero despeito, não posso deixar de contar que, quando perguntei a ele se lá havia edições mais antigas de determinada revista, a resposta veio pronta: “Tudo que eu tenho dela está aí”, e apontou para uma estante que tinha, pelo menos, umas duzentas revistas. E voltou para a conversa.</p>
<div id="attachment_1271" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-medium wp-image-1271" title="DSC02921" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2011/05/DSC02921-350x262.jpg" alt="" width="350" height="262" /><p class="wp-caption-text">Museu da Língua Portuguesa</p></div>
<p>Outra situação que cabe no assunto aconteceu no dia seguinte quando, em uma loja de roupas na Avenida Paulista, dei de cara com funcionários vestidos de zumbis e fazendo um escândalo daqueles. Achei esquisito, porque se era alguma estratégia de marketing não estava dando muito certo. Fui ao caixa pagar e, chegando a minha vez, um zumbi se aproximou. A funcionária que me atendia simplesmente saiu correndo.</p>
<p>E gritando.</p>
<p>Alto.</p>
<p>Foi parar no outro andar da loja e me deixou com cara de tacho no meio da compra.</p>
<p>Mas na maior cidade do país, essas situações deixam de ser irritantes e se tornam engraçadas. Pelo menos para nós, turistas deslumbrados. Assim como Belchior, que viu poesia até na “eletricidade desta cidade”, eu também me distraí para além dos detalhes.</p>
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		<title>Entre a FECAP e a Paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 19:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Cabala</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
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		<category><![CDATA[intercom sudeste 2011]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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		<description><![CDATA[É interessante observar o contraste que sempre ocorre entre os caminhos de ida e de volta, nos quais a euforia e ansiedade pelo porvir cedem espaço para a sensação de alívio pelo que correu bem e cansaço pelos dias acelerados. O que pode ser explicado pela intensidade de um dos maiores eventos acadêmicos nacionais, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante observar o contraste que sempre ocorre entre os caminhos de ida e de volta, nos quais a euforia e ansiedade pelo porvir cedem espaço para a sensação de alívio pelo que correu bem e cansaço pelos dias acelerados. O que pode ser explicado pela intensidade de um dos maiores eventos acadêmicos nacionais, e  pela tentativa (muitas vezes frustrada) de conciliá-lo com passeio e diversão pela maior cidade do país.<span id="more-1249"></span></p>
<p>Sob o tema “Quem tem medo da pesquisa empírica?”, o Intercom Sudeste 2011, que aconteceu na FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), marcou pela quantidade. Entre oficinas, painéis, Divisões Temáticas, Intercom Jr. e Expocom, foram centenas de apresentações em dois dias. Quem já participou sabe que quase tudo acontece simultaneamente, deixando os congressistas realmente sem saber por onde começar.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><img class="size-large wp-image-1252" title="Apresentacao" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2011/05/Apresentacao-540x358.jpg" alt="" width="540" height="358" /><p class="wp-caption-text">Fred apresentando um de seus trabalhos no Intercom  Jr</p></div>
<p>Chamou atenção (não só a minha, mas também dos próprios organizadores do Intercom) a grande projeção que tiveram os trabalhos de universidades mineiras. Na divisão temática do Intercom Jr. “Comunicação Audiovisual”, o mediador sublinhou: “Minas Gerais tá dominando”, após vários estudos provenientes deste estado terem sido expostos em sequência (sendo dois da UFV). Em outra sessão do Intercom Jr., na qual eu apresentei trabalho, havia quatro representantes de universidades mineiras, de um total de oito apresentados.</p>
<p>A pesquisa impulsiona o estudante a buscar e construir conhecimento além da sala de aula. Da minha parte, senti isso como um importante passo para minha formação. Conhecer outros estudos, ter contato com graduandos que tem interesses em comum e  ouvir opiniões a respeito do que eu pesquisei foram fatores que me incentivaram a dar seguimento ao trabalho e acrescentaram novas ideias.</p>
<div id="attachment_1254" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-medium wp-image-1254" title="estacaodaluz" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2011/05/estacaodaluz1-350x466.jpg" alt="" width="350" height="466" /><p class="wp-caption-text">Um dos passeios por São Paulo</p></div>
<p style="text-align: left;">À parte a avalanche de conhecimento e troca de saberes ocorrida no Intercom Sudeste 2011, a cidade de São Paulo é um outro espetáculo que não pode ser deixado de lado, uma babel de variedades que deixa qualquer um surpreendido. Avenida Paulista, Mercado Municipal, Galeria do Rock, Rua da Consolação, diversos museus, entre os quais destaco o Museu da Língua Portuguesa, este imperdível principalmente para nós que temos como matéria-prima da profissão a palavra.</p>
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		<title>A metrópole que não pode parar</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 18:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianatiso</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Caos, trânsito, excesso de gente e de carro. Essa é a imagem que geralmente se tem dessa gigante brasileira. Há muitas pessoas e carros porque sua extensão territorial é imensa. Não é algo sufocante. Há alternativas! Rodízio de carros (que nem sempre é seguido), taxis &#8211; por sinal, brancos e com a luz acesa quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caos, trânsito, excesso de gente e de carro. Essa é a imagem que geralmente se tem dessa gigante brasileira. Há muitas pessoas e carros porque sua extensão territorial é imensa. Não é algo sufocante.<span id="more-1247"></span></p>
<p>Há alternativas! Rodízio de carros (que nem sempre é seguido), taxis &#8211;  por sinal, brancos e com a luz acesa quando vazios -, ônibus que abrem  de ambos os lados, e claro, o metrô, o meio mais rápido e eficiente, uma  vez que está por baixo de todos os outros.</p>
<p>Faixas especiais ainda dão uma ajuda extra. Faixa de moto e de  ônibus, além de algumas exclusivas para situaç?es especiais, colaboram  para um melhor movimento. Mas o trânsito&#8230; existe a todo momento. O  paulista é acostumado a ele, faz parte de sua cultura.</p>
<div id="attachment_1264" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-medium wp-image-1264" title="DSC_01352" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2011/05/DSC_01352-350x523.jpg" alt="" width="350" height="523" /><p class="wp-caption-text">Foto: Erivam de Oliveira</p></div>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p>Mas nem só de trânsito vive São Paulo. No Centro Velho, a reunião dos  prédios dos bancos, o calçadão, a arquitetura das casas, os monumentos,  a Praça da Sé e, finalmente o marco zero nos reportam a épocas  distantes da história paulista. É a partir desse marco que toda a cidade  cresceu e se desenvolveu, a partir dele é a contagem dos quilômetros e  com ele se sabe para que lado fica Minas ou Santos, por exemplo.</p>
<p>Paralelamente a essa volta no tempo, essa megalópole tem como  característica a conexão de nosso país com todos os avanços tecnológicos  de todo o mundo. Feiras de tecnologia, novidades inventivas estão  presentes no cotidiano desse povo.</p>
<p>Falando em feira, não se pode pensar São Paulo sem a famosa Rua Vinte  e Cinco de Março, com seus preços pouco atrativos (ironia) ou também, a  Rua Santa Ifigênia, a 25 em quesito tecnológico. E os shoppings? A cada  esquina tem-se um, mais bonito e exuberante que os demais, com suas  luzes piscando em busca de atenção.<br />
Passado e futuro, vivendo harmoniosamente no seio do Brasil.</p>
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		<title>Oficina de fotografia 360º e Mosaico em Curitiba</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 13:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erivam de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Localizada na região Sul dos Brasil, uma das mais belas capitais brasileira herdou dos índios tupi-guaranis, nativos da região, o nome Curii Tiba, que pode ser traduzido como pinheiral ou região de floresta exuberante onde reinavam as araucárias. Com o passar dos anos a cidade foi ganhando nova pronuncia até chegar ao nome de hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Localizada na região Sul dos Brasil, uma das mais belas capitais brasileira herdou dos índios tupi-guaranis, nativos da região, o nome Curii Tiba, que pode ser traduzido como pinheiral ou região de floresta exuberante onde reinavam as araucárias. Com o passar dos anos a cidade foi ganhando nova pronuncia até chegar ao nome de hoje, Curitiba.<span id="more-1207"></span>A cidade planejada, ainda é modelo para muitas outras capitais do País e do mundo. A cidade ainda preserva os traços da modernidade e vanguarda em muitas áreas, como o urbanismo, transportes públicos, qualidade de vida, e seus belos parques. Mas existem críticos que afirmam que Curitiba, é pensada e planejada apenas para os ricos, e  que governantes desenvolvem a política de empurrar a população de baixa renda para os pontos extremos da cidade, dificultando sua sobrevivência.</p>
<p>O estado do Paraná é uma região rica que sobrevive basicamente do turismo, indústria e agricultura. Em Curitiba também esta localizada UFPR – Universidade Federal do Paraná, uma das mais antigas e importantes do País.</p>
<blockquote><p>A Universidade Federal do Paraná é a mais antiga universidade do Brasil e símbolo de Curitiba. Envolta por uma história de muitas conquistas, desde 1912 a UFPR é referência no ensino superior para o Estado e para o Brasil.<br />
Símbolo maior da cultura paranaense, a Universidade demonstra sua importância e excelência através dos cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado, além de suas áreas de extensão e pesquisa.</p>
<p>A responsabilidade social da universidade, enquanto instituição pública, também é valorizada em suas ações perante a comunidade paranaense.</p>
<p>Além dos campi em Curitiba, a UFPR dispõe de outras instalações no interior e litoral do estado, facilitando o acesso à educação e integrando culturalmente o Paraná.</p>
<p>http://www.ufpr.br/adm/templates/p_index.php?template=3&amp;Cod=79&amp;hierarquia=6.1 – Acessado em 27/11/2010.</p></blockquote>
<p>Foi nesse cenário que desembarquei em Curitiba e fui recepcionado pelo professor Toni André Scharlau Vieira, do Departamento de Comunicação Social da UFPR, para palestrar sobre o livro Fotojornalismo – Uma viagem entre o analógico e o digital, escrito em conjunto com o editor de fotografia do jornal O Lance Ari Vicentini e lançado no final do ano passado na UFV e também falar sobre os rumos do fotojornalismo com os avanços tecnológicos, e sobre fotografia 360° e mosaico, trabalho realizado com os alunos da Universidade Federal de Viçosa que culminou no site de fotografia &#8211; <a href="http://www.com.ufv.br/photo">www.com.ufv.br/photo</a> &#8211; trabalho de conclusão de curso do aluno André Pacheco.<br />
A palestra aconteceu na quinta feira (25/11) às 19hs., no auditório do Departamento de Comunicação Social da UFPR , e no dia seguinte (26), às 14 horas, foi realizada oficina de fotografia 360° (alguns links para imagens em 360º produzidas &#8211; <a href="http://www.com.ufv.br/photo/395/" target="_blank">Cacos</a>, <a href="http://www.com.ufv.br/photo/404/" target="_blank">Praça</a>, <a href="http://www.com.ufv.br/photo/400/" target="_blank">Estacionamento</a> e <a href="http://www.com.ufv.br/photo/410/" target="_blank">Quadras</a>) e mosaico, no <a href="http://www.ufpr.br/adm/templates/index.php?template=2&amp;Cod=7131" target="_blank">campus de Comunicação na rua Bom Jesus, 650, Juvevê</a>, que fica  na região central de Curitiba. Os participantes tiveram a oportunidade de produzirem fotografias em 360º e construir um mosaico com todas as imagens feitas no campus da Universidade e reconstituídas em uma imagem fotográfica do Jardim Botânico, ponto turístico da cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.com.ufv.br/photo/365/" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-1209" title="mosaico" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/12/mosaico-540x359.jpg" alt="" width="540" height="359" /></a><em>Clique na imagem para ver o mosaico realizado pelos alunos de Jornalismo da Universidade Federal do Paraná, sob orientação do Prof. Erivam de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em funcionamento.</em></p>
<p>A experiência fui muito proveitosa e ficou o compromisso de realizarmos outras projetos acadêmicos que envolvam alunos dos cursos de jornalismo das duas Universidades, promovendo o intercambio e trocas de experiências.</p>
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		<title>Nada demais, é só a Globo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 14:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavoparavizo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[belo horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[COM UFV]]></category>
		<category><![CDATA[Globo Minas]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Telejornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[visita técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Os alunos da disciplina de Atividades Programadas em Telejornalismo da COM/UFV estiveram em Belo Horizonte, no último dia 28, para conhecer as instalações da Globo Minas e, claro, dar aquela passeada típica de visitas técnicas, na companhia de Priscila e Soraya. Acordamos cedinho e enquanto a cidade de Viçosa começava a se movimentar, já nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos da disciplina de Atividades Programadas em Telejornalismo da COM/UFV estiveram em Belo Horizonte, no último dia 28, para conhecer as instalações da Globo Minas e, claro, dar aquela passeada típica de visitas técnicas, na companhia de Priscila e Soraya.<br />
<span id="more-1171"></span><br />
Acordamos cedinho e enquanto a cidade de Viçosa começava a se movimentar, já nos organizávamos no ônibus que nos levaria ao BH Shopping e posteriormente à sede da maior emissora de televisão de Minas Gerais.</p>
<p>Fato é que, em qualquer viagem coletiva, alguém sempre se atrasa.</p>
<p>Tenho que registrar que dessa vez eu fui um dos culpados. Saímos com meia hora de atraso, por responsabilidade do despertador do meu celular e da falta de senso de querer virar a noite e dormir somente no ônibus.</p>
<p>Mas o atraso e o mau-humor matutino não foram empecilho para a animação da turma. Todo mundo queria chegar logo no shopping para dar aquela voltinha pelas  lojas de roupas e livros, além de se deliciar com as maravilhas culinárias do mundo moderno. Resultado: fast food na veia, aquele sorvetinho para rebater e alguma esporádica compra, porque ninguém é de ferro.</p>
<p>Curioso é que, no shopping, resolvi fazer uma fotografia (essa ai embaixo) para registrar a nossa passagem por BH. Não achei que teria problemas, afinal eu não tinha o menor interesse de usar a imagem comercialmente. Logo quando dei o primeiro clique, um guarda apareceu na minha cola pedindo para eu não fazer mais fotos, alegando que eu devia pedir autorização.</p>
<p>Achei que autorização para essa foto era uma burocracia desnecessária e não fui ao setor administrativo o qual ele havia me direcionado. Fiquei um pouco assustado porque nunca tinha sido abordado por conta de fotografias e pela sensação estranha e gostosa de burlar uma regra que não fazia sentido naquele momento.</p>
<div id="attachment_1174" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-medium wp-image-1174  " title="emviagem 030 (800x531)" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/11/emviagem-030-800x5311-350x232.jpg" alt="" width="350" height="232" /><p class="wp-caption-text">Vista de três andares do BH Shopping</p></div>
<p>Nossa visita estava marcada para às 14s, então, ainda de barriga cheia e com algumas histórias na mochila, rumamos para o bairro Caiçara, onde fica a <a href="http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2010/09/conheca-tv-globo-minas.html" target="_blank">sede da Globo</a>. Para chegar lá, enfrentamos um trânsito meio tumultuado no centro, típico do horário de almoço em grandes cidades.</p>
<p>Belo Horizonte, pelo menos na parte central, é muito bonita. Passamos por muitas ruas arborizadas e espaços culturais antigos em contraponto à arquitetura variada dos diversos  prédios, além da disposição das ruas, que são planejadas (foto). Mas como toda cidade grande, BH tem alguns problemas. Pude observar que a cidade é muito quente e, em certa medida, a favela e uma parte da área administrativa e residencial se aproximam em clara contradição.</p>
<div id="attachment_1176" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a rel="attachment wp-att-1176" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/11/nada-demais-e-so-a-globo/emviagem-050-800x531-2/"><img class="size-medium wp-image-1176" title="emviagem 050 (800x531)" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/11/emviagem-050-800x5311-350x232.jpg" alt="" width="350" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Ruas largas e bem distribuidas compõe a paisagem em BH</p></div>
<p>Nos estúdios da Globo, na hora marcada, demoramos um pouco para passar pela recepção. Enquanto a professora Soraya informava a nossa chegada, aproveitamos o tempo para esticar as pernas fora do ônibus e fazer mais um registro da atividade.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1177" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/11/nada-demais-e-so-a-globo/emviagem-070-800x526/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1177" title="emviagem 070 (800x526)" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/11/emviagem-070-800x526-350x230.jpg" alt="" width="350" height="230" /></a></p>
<p>Logo quando chegamos ao hall de entrada, fomos recepcionados por um estagiário de Jornalismo (unanimidade entre o pessoal da COM UFV) que logo se anunciou como nosso guia e explicou como deveríamos nos portar dentro da emissora. Ele também nos cedeu alguns dados a respeito do organograma e explicou como funcionam as pracinhas.</p>
<p>Ainda no hall, senti certa antipatia pelo estagiário. Não era pelo fato de ele cursar também o sexto período, como a maioria de nós. Talvez tenha sido pelas deduções que ele fazia a respeito do nosso conhecimento, com certa arrogância. Muito disso deve ter acontecido acontecido pelo suposto status de trabalhar na Globo, o que em nada me encanta no momento. Sempre que ele nos explicava algum ponto sobre a empresa ou a respeito do jornalismo, de alguma maneira ele parecia subestimar o que havíamos aprendido. Pode ser que ele tenha sido treinado para fazer daquela maneira, de acordo com o famoso “padrão Globo”.</p>
<p>Críticas a parte, tivemos acesso a uma enorme parafernália ainda desconhecida. Eram muitos operadores controlando diversos monitores e equipamentos de última geração, com o objetivo de assegurar a qualidade do sinal e de tudo aquilo que vai ao ar.</p>
<p>Tudo é milimetricamente pensando, desde o preenchimento dos espaços para propaganda local, até os programas diários e semanais produzidos para compor a rede, que é encabeçada pela emissora do Rio de Janeiro. O sinal produzido no Rio chega através de uma torre localizada na Serra do Curral, recebe um tratamento técnico na emissora e é redistribuído para a casa das pessoas. Um processo realmente oneroso e trabalhoso.</p>
<p>Outra aspecto que merece destaque é o monitoramento que a empresa faz dos seus pontos de audiência e dos programas de outras emissoras. Existe uma pessoa que analisa praticamente o tempo todo os dados fornecidos pelo IBOPE. Essa pessoa também avalia a quantidade de espaço existente para a inserção de comerciais, flashs, etc na rede. Ela monta a programação de acordo com os acontecimentos e necessidades do Jornalismo.</p>
<p>Sobre Jornalismo, aprendemos pouco.</p>
<p>Conhecemos as redações e os estúdios (foto), mas em momento algum falaram algo que realmente nos acrescentasse nesse sentido. Conversaram um pouco sobre a criação e manutenção de ferramentas jornalísticas na internet e explicaram o funcionamento do portal <a href="http://g1.globo.com/minas-gerais/" target="_blank">G1 Minas</a>, que também deve servir de fonte para o portal geral da emissora.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1178" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/11/nada-demais-e-so-a-globo/visitatecglobominas/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1178" title="visitatecglobominas" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/11/visitatecglobominas-350x212.jpg" alt="" width="350" height="212" /></a></p>
<p>A única situação interessante foi o momento em que uma das repórteres fez  chamada ao vivo para o jornal (acho que era isso mesmo, não reparei o conteúdo, a forma). Ela estava tão nervosa e envolvida que nos fez recordar as primeiras matérias que fizemos na disciplina.</p>
<p>O que ficou bem evidente foi a lógica empresarial que todo mundo já conhece. O estagiário fez questão de nos explicar o funcionamento do departamento de marketing, RH e mais alguns setores administrativos. Nenhuma novidade nesse ponto.</p>
<p>Depois de conhecer as dependências da Globo, ganhamos uma caneta, blocos de papel (muito bons, por sinal) e um relatório a respeito do compromisso e responsabilidade da empresa com projetos que atingem a sociedade. Não rolou um cafezinho, água e ainda agüentamos um calor muito forte durante a visita. Ainda houve tempo para um momento paparazzi da Kívia (foto), em que o estagiário foi mais deselegante do que o homem que me repreendeu no shopping. Apesar disso, nos divertimos e aprendemos um pouco mais sobre o que fazer e o que não fazer trabalhando em uma empresa de comunicação de grande porte.</p>
<p>Para descontrair, fala aí, Bob Faria!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1179" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/11/nada-demais-e-so-a-globo/bobfara/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1179" title="bobfara" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/11/bobfara-350x225.jpg" alt="Créditos: Kívia Oliveira" width="350" height="225" /></a></p>
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		<title>Gravações em Belém chegam ao fim</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 05:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roselly Gonçaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[A vontade de fazer um documentário acrescida da paixão pelos encantos paraenses, particularmente pelo Círio de Nossa Senhora de Nazaré, repercutiram na nossa viagem à Belém/PA. O projeto inicial era ficarmos apenas uma semana na capital paraense, agora, após duas semanas de muito trabalho, emoção e histórias para o resto da vida, descobrimos que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vontade de fazer um documentário acrescida da paixão pelos encantos paraenses, particularmente pelo <a href="http://ciriodenazare.com.br">Círio de Nossa Senhora de Nazaré</a>, repercutiram na nossa viagem à Belém/PA. O projeto inicial era ficarmos apenas uma semana na capital paraense, agora, após duas semanas de muito trabalho, emoção e histórias para o resto da vida, descobrimos que é impossível compreender e registrar a maior festa religiosa do Brasil em sua totalidade.<br />
<span id="more-1157"></span><br />
<div id="attachment_1158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a rel="attachment wp-att-1158" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/10/gravacoes-em-belem-chegam-ao-fim/dsc00045/"><img class="size-medium wp-image-1158" title="DSC00045" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/10/DSC00045-350x262.jpg" alt="" width="350" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Coló vende ervas e essências no Ver-o-Peso. </p></div></p>
<p>Como o tema do nosso documentário é o impacto econômico provocado pelas festividades do Círio de Nazaré, recortando no comércio popular, nosso trabalho foi concentrado no mercado <a href="http://www.cidadesdobrasil.com.br/cgi-cn/news.cgi?cl=099105100097100101098114&amp;arecod=14&amp;newcod=607">Ver-o-Peso</a>, no Arraial da Festa, nas feiras e onde estivesse um ambulante saciando a sede e a fome dos fiéis. Mas a maior aventura foi “tentar” acompanhar as diversas procissões, somente no fim de semana do Círio, foram seis. Foi uma tentativa porque, infelizmente, tivemos que optar pela <a href="http://diariodocirio.blogspot.com/2010/10/cirio-de-nazare-mobiliza-cerca-de-21.html">cobertura</a> de apenas duas – a Romaria Fluvial, que corresponde ao percurso da cidade de Icoaraci até Belém, e a <a href="http://www.diarioregionalrs.com.br/noticias/9529/IGREJA_NO_MUNDO/Cirio_de_Nazare_leva_mais_de_2_milhoes_de_fieis_a_Belem_do_Para">procissão do Círio</a>, que levou às ruas este ano mais de dois milhões de fiéis.</p>
<p>O calor intenso, o trânsito difícil, o receio de assaltos, o que sempre nos obrigava a recrutar algum primo para a escolta, a economia de baterias, o som ambiente que muitas vezes impossibilitava as entrevistas e a sensação de primeira vez experimentando fazer um documentário foram alguns empecilhos no nosso percurso. Mas é claro, que as experiências positivas prevaleceram e voltamos para Minas e para o clima ameno de Viçosa com a missão de fazer jus aos personagens incríveis que encontramos e a fé que a maioria deles expressou.</p>
<p style="text-align: left;">Acompanhem no nosso blog <a href="http://www.diariodocirio.blogspot.com" target="_blank">Diário do Círio</a> um pouco dos bastidores da nossa viagem e também todo o processo de edição que nos espera.</p>
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		<title>O primeiro flash a gente nunca esquece</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 22:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Nemer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vim escrever esse post só pra falar de um assunto muito delicado: o meu primeiro flash na rádio. Quando digo &#8220;primeiro&#8221;, é porque é &#8220;primeiro&#8221; meeesmo! Nunca dei um flash em Viçosa. O mais próximo que cheguei (geograficamente falando), foi quando via meus amigos da Rádio Universitária noticiando alguma coisa em primeira mão. Pra começar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vim escrever esse post só pra falar de um assunto muito delicado: <strong>o meu primeiro </strong><em><strong>flash</strong></em><strong> na rádio</strong>. Quando digo &#8220;primeiro&#8221;, é porque é &#8220;primeiro&#8221; meeesmo! Nunca dei um <em>flash</em> em Viçosa. O mais próximo que cheguei (geograficamente falando), foi quando via meus amigos da Rádio Universitária noticiando alguma coisa em primeira mão.<span id="more-1145"></span></p>
<p>Pra começar, a história foi assim: na última quarta (13) o apresentador do CBN Cotidiano, <a href="http://www2.gazetaonline.com.br/index.php?id=/local/cbn/ancoras/index.php" target="_blank">Mário Bonella</a>, não só aceitou nossa ideia de ir aos bancos da Grande Vitória para falar sobre os serviços oferecidos durante greve dos bancários, como também nos mandou fazer isso naquele mesmo dia, dali a 1h. Minha barriga gelou, mas não podia perder a oportunidade, afinal, vim pra Vitória atrás de experiências como essa.</p>
<p>Eu e os outros residentes que estavam na CBN nos dividimos. Gabriela foi para Vila Velha, Hermano para Cariacica, eu e Marcela ficamos em Vitória, no centro e na Reta da Penha, respectivamente. Desci do ônibus e passei em cinco bancos diferentes para ver os serviços que estavam sendo oferecidos. Os bancos particulares já estavam funcionando normalmente, enquanto a Caixa Econômica, o Banco do Brasil e o Banestes disponibilizavam apenas os caixas eletrônicos em função da greve. A produtora ligou pro meu celular alguns minutos depois e me deixou na espera para dar o<em> flash</em>. <strong>Rolou a-q-u-e-l-e frio na barriga</strong>, mas me controlei (na medida do possível). O resultado você ouve aqui embaixo.</p>
<p><center><embed src="http://www.4shared.com/embed/406317101/ba3ffd20" width="320" height="200" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></center></p>
<p>No dia seguinte voltamos para os bancos, mas dessa vez para falar como estava tudo depois do fim da greve. Fui mais direto e engessado, mas valeu assim mesmo! Aos poucos a gente vai melhorando!</p>
<p><center><embed src="http://www.4shared.com/embed/406317168/95b9e202" width="320" height="200" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></center></p>
<p>Por enquanto é só isso. A partir de segunda vou para a editoria de <strong>Esportes</strong> e a Samanta de <strong>Economia</strong>. Conto mais durante a próxima semana.</p>
<p>PS: aqui vai o <a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/677046-conheca+o+perfil+dos+20+participantes+do+13+curso+de+residencia+da+rede+gazeta.html" target="_blank">link</a> com o perfil dos residentes 2010.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Congresso da Alaic</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/10/congresso-da-alaic/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 19:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ernane Rabelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor Ernane Rabelo esteve na Universidade Javeriana, de Bogotá (Colômbia), participando do X Congresso da Associação Latino Americana de Investigadores em Comunicação, quando aproveitou para apresentar ao diretor da Escola de Comunicação o modelo de convênio internacional da UFV. A mesma atividade de aproximação foi realizada com os diretores do curso de Comunicação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor Ernane Rabelo esteve na <a href="http://puj-portal.javeriana.edu.co/portal/page/portal/PORTAL_VERSION_2009_2010/es_inicio" target="_blank">Universidade Javeriana</a>, de Bogotá (Colômbia), participando do <a href="http://www.javeriana.edu.co/eventos/Facultad/alaic2010/index.html" target="_blank">X Congresso da Associação Latino Americana de Investigadores em Comunicação</a>, quando aproveitou para apresentar ao diretor da Escola de Comunicação o modelo de convênio internacional da UFV.</p>
<p>A mesma atividade de aproximação foi realizada com os diretores do curso de Comunicação da <a href="http://www.unicartagena.edu.co/" target="_self">Universidade de Cartagena</a> e da <a href="http://www.uninorte.edu.co/" target="_blank">Universidade del Norte</a> (Barranquilla), onde fez palestra sobre Jornalismo Científico e Literário.</p>
<p>Em uma foto, com o prof. Ernane ao lado de colega e de seu orientador do mestrado e membro da banca de doutorado, José Marques de Melo, homenageado no Congresso. Na outra, a palestra a estudantes de Jornalismo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Residência em terra capixaba</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/10/residencia-em-terra-capixaba/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 04:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Nemer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou mas finalmente deu pra parar e escrever um post. A ideia era pelo menos colocar uma foto, um vídeo ou um pequeno texto durante a semana pra compartilhar aos poucos nossas experiências em Vitória e na Rede Gazeta, mas não deu muito certo por causa do excesso de trabalho. Para esclarecer aos que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorou mas finalmente deu pra parar e escrever um post. A ideia era pelo menos colocar uma foto, um vídeo ou um pequeno texto durante a semana pra compartilhar aos poucos nossas experiências em Vitória e na Rede Gazeta, mas não deu muito certo por causa do excesso de trabalho.<br />
<span id="more-1106"></span></p>
<p>Para esclarecer aos que não sabem, <a href="http://twitter.com/luiznemer" target="_blank">eu</a> e<a href="http://twitter.com/samnogueira" target="_blank"> Samanta </a>nos mudamos de Viçosa no dia 29 de agosto para fazer o <a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/noticias/especiais/residencia/index.php" target="_blank">curso de residência da Rede Gazeta</a> (filiada da Globo) em Vitória. Ficaremos aqui até dia 16 de dezembro, quando o curso termina. Até lá, vamos<strong> assistir palestras, acompanhar repórteres na rua e encarar o ritmo de uma redação de uma grande empresa de comunicação</strong>, além de ter aulas semanais de português.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1111" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/10/residencia-em-terra-capixaba/residentes/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1111" title="Luiz e Samanta" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/10/Residentes-540x405.jpg" alt="" width="540" height="405" /></a></p>
<p>Como muita coisa aconteceu ao longo dessa semana, não vou entrar em detalhes. A partir de amanhã tento postar com mais frequência pra não deixar as coisas acumularem. Vamos lá!</p>
<ul>
<li><strong>Dia 04/10 (primeiro dia)</strong></li>
</ul>
<p>Fomos recebidos na entrada da Rede Gazeta e encaminhados diretamente para o Parque Gráfico. Lá são impressos o jornal <strong>A Gazeta, Notícia Agora e a Revista.AG</strong>. Depois de um bom café da manhã, tivemos uma conversa com a coordenadora da residência e editora de conteúdo multimídia da Gazeta, <a href="http://twitter.com/analauranaharass" target="_blank">Ana Laura Nahas</a>, que nos explicou como seria nossa rotina até o fim do curso. Conversamos também com a Daniela e a Ana Palma, ambas do RH. Depois foi a vez do Gerente Industrial da Gazeta, Carlos Alberto Fante, falar um pouco sobre o seu trabalho e como ele enxerga nossa profissão. Uma das falas que mais me marcou foi quando ele se referiu ao futuro do nosso trabalho.</p>
<blockquote><p><em>Nossas máquinhas [de impressão] podem até acabar, mas a profissão de vocês não. O jornalista é importante para preparar conteúdo. Preocupem-se com a qualidade do conteúdo.</em></p></blockquote>
<p>Separei também alguns números que envolvem o processo de produção mensal dos impressos na Gazeta.</p>
<p><strong>25 mil chapas de alumínio</strong> | <strong>7 toneladas de tinta preta</strong> | <strong>4 a 5 toneladas de tinta colorida</strong> (<span style="color: #3148d7;">ciano</span>, <span style="color: #d6d600;">amarelo</span> e <span style="color: #e22c1d;">magenta</span>) | <strong>500 toneladas de papel</strong> | <strong>R$ 100 mil de energia</strong></p>
<p>Na parte da tarde tivemos uma palestra com o diretor de Recursos Humanos, Helder Luciano de Oliveira. Depois fomos conhecer a redação integrada (impresso, rádio e online) e a redação da TV.</p>
<ul>
<li><strong>Dia 05/10</strong></li>
</ul>
<p>Boa palestra sobre<strong> </strong>&#8220;<strong>A Redação Integrada e uma Nova Forma de Fazer Jornalismo</strong>&#8221; do diretor de conteúdo da redação multimídia, Antônio Carlos Batista Leite (Cacá), jornalista que passou pelas organizações Globo, Correio Popular, Diário Popular e outros veículos. Para ele, &#8220;<strong>o mundo atual está passando pela fase mais rica do jornalismo em toda a história</strong>&#8220;, afirmação que eu também concordo.  Na parte da tarde tivemos mais duas palestras. A primeira falou sobre os programas usados na redação. A Rede Gazeta não usa os <em>softwares</em> convencionais de edição de conteúdo, o que vejo como um problema. Depois ouvimos o pessoal do Centro de Documentação (Cedoc) falando sobre o armazenamento de dados e, consequentemente, da memória da empresa.</p>
<ul>
<table style="height: 13px;" width="18">
<tbody>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="267" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com.br&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com.br%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fcomufv%2Falbumid%2F5334600339621445329%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCMvLvdmkw7GFnwE%26hl%3Dpt_BR" /><param name="src" value="http://picasaweb.google.com.br/s/c/bin/slideshow.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="267" src="http://picasaweb.google.com.br/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com.br&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com.br%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fcomufv%2Falbumid%2F5334600339621445329%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCMvLvdmkw7GFnwE%26hl%3Dpt_BR"></embed></object></tbody>
</table>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5qx4CoS3wy4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/5qx4CoS3wy4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<li><strong>Dia 06/10</strong></li>
</ul>
<p>A partir dessa data, nosso cronograma fixo é formado por leitura de jornais e palestras pela manhã e acompanhamento da Redação na parte da tarde. Fomos distribuídos pelas editorias aleatoriamente. Eu fiquei no<a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php" target="_blank"> <strong>Gazeta Online</strong></a> e <a href="http://www2.gazetaonline.com.br/index.php?id=/local/cbn/index.php" target="_blank"><strong>Rádio CBN Vitória</strong></a>, enquanto a Samanta pegou os suplementos do impresso <strong>Conexão.AG</strong> (tecnologia),<strong> Imóveis.AG</strong> e <strong>Carros.AG</strong>. Meu primeiro trabalho foi entrar em contato com uma maternidade para ouvir a versão deles sobre uma denúncia de um leitor, feita pelo canal colaborativo <a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/eu_aqui/index.php" target="_blank">Eu Aqui</a>. Depois tive que escrever uma matéria sobre o esquema de sonegação fiscal no setor de mármore e granito (área muito forte no estado) desmontando pelo Ministério Público, que por sinal, tive muita  dificuldade pela complexidade dos fatos.</p>
<ul>
<li><strong>Dia 07/10</strong></li>
</ul>
<p>Outra boa palestra, dessa vez sobre &#8220;<strong>O que é ser um bom repórter</strong>&#8220;,  editora de Dia a Dia do Jornal A Gazeta  Cintia Bento (ela acha que o jornal de papel vai acabar!) e do repórter <a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/676676-diario+de+um+ex+fumante.html" target="_blank">Maurílio Mendonça</a>, da mesma editoria. Depois disso fiz pequenas entrevistas com 19 residentes (são 20, comigo) para integrar uma matéria do site da residência. Essa foi a primeira vez que usei um N95, diga-se de passagem! Eu e outros três colegas ainda traçamos, para o dia seguinte, o esquema da cobertura multimídia da palestra do repórter da Piauí, <a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/676336-o+bom+reporter+e+impertinente+e+insaciavel.html" target="_blank">Luiz Maklouf</a>.</p>
<ul>
<li><strong>Dia 08/10</strong></li>
</ul>
<p>Chegamos cedo no auditório da Rede Gazeta para preparar o material da cobertura. Infelizmente o equipamento para o <em>livestream</em> só foi montado depois que a palestra começou. Mesmo assim, a maior parte dela foi gravada e você pode assistir aqui em baixo. Só falo uma coisa sobre ela: <strong>foi excelente</strong>! Na parte da tarde, postei algumas matérias dos colegas no site da residência e editei os vídeos feitos durante a semana. Depois do expediente, nada melhor do que um <em>happy hour</em> com os colegas.</p>
<p style="text-align: center;"><object id="lsplayer" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://cdn.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?channel=gazetaonlinetv&amp;clip=flv_d7d9abfb-f62b-4bb0-a028-cec80b2e07cf&amp;autoPlay=false" /><param name="name" value="lsplayer" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="lsplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://cdn.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?channel=gazetaonlinetv&amp;clip=flv_d7d9abfb-f62b-4bb0-a028-cec80b2e07cf&amp;autoPlay=false" wmode="transparent" name="lsplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<ul>
<li><strong>Próxima semana</strong></li>
</ul>
<p>A próxima semana promete. Devo entrar com uns <em>flashs</em> na CBN Cotidiano (só de pensar me dá frio na barriga), fazer mais matérias para o online e assistir mais palestras! Pra ficar mais interessante, eu e Samanta vamos tentar postar uma coisa ou outra durante a semana. Valeu!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem quer fazer rádio?</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/quem-quer-fazer-radio/</link>
		<comments>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/quem-quer-fazer-radio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 04:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thaissa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[belo horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[inconfidência]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[ufmg]]></category>
		<category><![CDATA[visita técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma matriculada na disciplina de Radiojornalismo, acompanhada pela professora Kátia Fraga, se reuniu nas 4 pilatras às 5 da manhã para iniciar a viagem acadêmica à Belo Horizonte. Depois de 5 horas de viagem, chegamos ao campus da UFMG, onde seria feita a primeira visita.  Foram inevitáveis as comparações e comentários sobre a UFMG [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A turma matriculada na disciplina de Radiojornalismo, acompanhada pela professora Kátia Fraga, se reuniu nas 4 pilatras às 5 da manhã para iniciar a viagem acadêmica à Belo Horizonte.</p>
<p>Depois de 5 horas de viagem, chegamos ao campus da UFMG, onde seria feita a primeira visita.  Foram inevitáveis as comparações e comentários sobre a UFMG e a UFV com relação à estrutura dos prédios, cursos e o próprio visual da instituição.<span id="more-1088"></span></p>
<p>Nosso primeiro contato foi com coordenador da <a href="http://www.ufmg.br/online/radio/">Rádio UFMG Educativa</a>, Elias, que nos passou informações gerais sobre a rádio e os principais problemas enfrentados por ela.  Ele ainda apresentou aos alunos a possibilidade de se fazer um estágio de férias na UFMG. Depois disso, fomos conhecer a redação acompanhados por uma estagiária do curso e orientados por Tacyana Arce.</p>
<div id="attachment_1093" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/01radio.jpg" rel="lightbox[1088]"><img class="size-large wp-image-1093  " title="UFMG Eduucativa" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/01radio-540x405.jpg" alt="" width="540" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Na redação da UFMG Educativa</p></div>
<p>Ainda no campus da Pampulha, conhecemos a <a href="http://www.ufmg.br/online/tv/">TV UFMG</a> que tem transmissão em toda a região metropolitana de BH.  Vários estagiários estavam na redação e nos falaram sobre seu cotidiano e das experiências que tiveram na TV, além de nos incentivar bastante a fazer o estágio de férias.</p>
<p>Fizemos uma rápida pausa para o almoço em um restaurante relativamente caro, se comparado com o padrão RU e restaurantes  self-service sem balança a que estamos acostumados em Viçosa. Logo após o almoço seguimos para nossa segunda visita. Não muito cronometrado, chegamos às 14:05 na portaria da <a href="http://www.inconfidencia.com.br/">Rádio Inconfidência</a>. Tentamos reunir toda a turma, e a melhor foto foi essa:</p>
<div id="attachment_1094" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/02radio.jpg" rel="lightbox[1088]"><img class="size-large wp-image-1094 " title="Inconfidência" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/02radio-540x324.jpg" alt="" width="540" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">Na chegada à rádio Inconfidência</p></div>
<p>Dividimos a galera pra entrar no elevador e fomos pra uma sala, onde foi feita a apresentação da rádio e o sorteio de alguns brindes por Pedro Henrique, coordenador de produção da rádio.  Depois, novamente a turma foi dividida. Uma parte foi encaminhada pelo Pedro e a outra parte por uma jornalista da rádio, Lina Rocha. Meu grupo ficou com o Pedro e começamos o conhecimento pelo 7º andar da rádio.  Nesse andar ficam os estúdios de gravação e os estúdios de edição. Acompanhamos dois programas no ar, um na AM e o outro na FM. Na AM, vimos de perto a execução do programa <a href="http://www.inconfidencia.com.br/modules/programacao/index.php?op=homePrograma&amp;prog_id=10002">Revista da Tarde</a>, apresentado por Débora Rajão.</p>
<p>Tivemos também o prazer de conhecer o simpático Tutti Maravilha que estava entrevistando Jorge Vercilo em seu programa <a href="http://www.inconfidencia.com.br/modules/programacao/index.php?op=homePrograma&amp;prog_id=10010">Bazar Maravilha</a> no momento em que chegamos. Logo de cara surgiu a ideia de tirarmos uma ótima foto com o Vercilo para o blog, porém ele, do topo de sua fama, preferiu ignorar a nossa presença. Uma das perguntas do Tutti para nós foi: &#8220;E aqui nessa turma, quem quer fazer rádio?&#8221; Só eu levantei a mão e ainda fiquei sem entender a risada dos colegas de classe. Então, sem foto com Vercilo, a foto com o Tutti já é uma boa mostra da visita:</p>
<div id="attachment_1095" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/tucci.jpg" rel="lightbox[1088]"><img class="size-large wp-image-1095 " title="Tutti" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/tucci-540x405.jpg" alt="" width="540" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Parte da turma com Tutti Maravilha</p></div>
<p>A central técnica da Rádio Inconfidência e todo o acervo dos 74 anos de existência da rádio ficam no 8º andar. No 9º andar se encontram os departamentos de esportes, jornalismo e produção. Tivemos contato com inúmeros jornalistas que nos retrataram experiências e nos mostraram o lado bom de se fazer rádio.</p>
<p>Ao final da visita, retornamos ao ônibus e voltamos pro nosso jornalismo de interior. Sem o agito de BH e na vontade de comer no McDonald’s</p>
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		<title>Dá uma passadinha no MASP, tá?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 02:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[6 Musimid]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[museus]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei em Sampa hoje de manhã, e estava pouco me importando com o cansaço que as 12 horas de viagem deu. Eu estou numa das cidades mais cosmopolitas do mundo, com todo tipo de gente, culturas e maneiras de ver o mundo se misturando. Eu precisava desesperadamente conhecer um pouco disso aqui, dos cruzamentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei em Sampa hoje de manhã, e estava pouco me importando com o cansaço que as 12 horas de viagem deu. Eu estou numa das cidades mais cosmopolitas do mundo, com todo tipo de gente, culturas e maneiras de ver o mundo se misturando.</p>
<p>Eu precisava desesperadamente conhecer um pouco disso aqui, dos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=i0KRUGGajto">cruzamentos que Caetano</a> tanto cantarolou. Mas o dia já estava na metade e não poderia fazer muito do que mentalmente planejei.<span id="more-1062"></span></p>
<p>Por fim, resolvi ir ao <a href="http://masp.art.br/masp2010/">MASP</a>, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Encravado no centro do coração econômico de São Paulo, o MASP é aberto a visitação gratuita nas terças-feiras. Nos outros dia da semana é baratinho e vale o investimento: <strong>R$15,00 a inteira e R$7,00 a meia</strong>.</p>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px;"><img src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/sampa_02.jpg" />
<p class="wp-caption-text">Vista da parte de trás do MASP</p>
</div>
<p>O acervo do museu é composto por inúmeras obras. Temos de artistas clássicos a pouco conhecidos. São mais de 8 mil peças, o que o coloca como o mais importante museu do hemisfério sul! Mas não se assuste caso não veja todos os quadros, é que parte do acervo fica guardado para não desgastar ou em restauração, e algumas obras vão dar uma voltinha em outros países.</p>
<p>Mas calma, eu falei do terceiro andar, onde está o acervo permanente do MASP. No segundo sempre tem alguma exposição temporária: Hoje eu conheci a coleção <a href="http://masp.art.br/masp2010/exposicoes_integra.php?id=72&#038;periodo_menu=cartaz">Pirelli de Fotografia</a>, com setenta imagens retratando o nosso país. E por fim, no subsolo você pode tomar um café (é meio caro, como tudo em São Paulo) e pegar na faixa três posteres aleatórios com algumas obras do Museu.</p>
<p>Por isso, se você tiver em São Paulo, vá ao MASP, mesmo que tenha que pagar pra entrar. Vale muito a pena. É indescritível a sensação de ver na sua frente clássicos como <a href="http://masp.art.br/masp2010/exposicoes_integra.php?id=10&#038;periodo_menu=anteriores">&#8220;Himeneu Travestido Assistindo a uma Dança em Honra a Príapo&#8221;</a> &#8211; que acabara de ser restaurado, <a href="http://masp.art.br/masp2010/acervo_detalheobra.php?id=429">&#8220;Lavrador de Café&#8221;</a> e <a href="http://masp.art.br/masp2010/acervo_detalheobra.php?id=324">&#8220;Renée&#8221;</a>. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O futuro do impresso também passou pelo Intercom</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 04:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thamara Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>
		<category><![CDATA[intercom2010]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo impresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma questão bastante debatida no meio jornalístico atualmente é o futuro incerto do jornalismo impresso. Se já era uma discussão presente, virou pauta obrigatória após o Jornal do Brasil encerrar sua circulação em papel e se tornar o primeiro jornal 100% digital do país. O Intercom não podia deixar de se apropriar da discussão. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão bastante debatida no meio jornalístico atualmente é o futuro incerto do jornalismo impresso. Se já era uma discussão presente, virou pauta obrigatória após o Jornal do Brasil encerrar sua circulação em papel e se tornar o primeiro <a href="http://jb.digitalpages.com.br/home.aspx" target="_blank">jornal 100% digital</a> do país.</p>
<p>O <a href="http://www.intercom.org.br/congresso/2010/chamada.shtml" target="_blank">Intercom</a> não podia deixar de se apropriar da discussão. No Grupo de Pesquisa de Jornalismo Impresso, assisti a exposições de diversos trabalhos que se ocuparam de buscar explicações e apontar alternativas para a crise.</p>
<p><span id="more-1020"></span></p>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a rel="attachment wp-att-1032" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/o-futuro-do-impresso-tambem-passou-pelo-intercom/dsc01431-2/"><img class="size-large wp-image-1032" title="GP Jornalismo Impresso" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC014311-540x405.jpg" alt="" width="540" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">GP de Jornalismo Impresso</p></div>
<p>12 de Abril , 2010: o maior prêmio da imprensa americana, o Pulitzer, é recebido por uma <a href="http://www.propublica.org/topic/deadly-choices-memorial-medical-center-after-katrina" target="_blank">mídia digital</a>.  No Brasil, a Folha de S. Paulo trabalha com <a href="http://mais.uol.com.br/view/e0qbgxid79uv/documentario-revela-bastidor-das-mudancas-na-folha-0402993372CC991386?types=A&amp;" target="_blank">remodelagem gráfica</a> a fim de criar um aspecto mais atrativo. Situações distintas, mas que apontam para um lugar em comum: a  necessidade de se repensar o espaço da mídia impressa frente ao modelo digital e às novas demandas.</p>
<p>Além da migração do leitor para a internet, outro motivo apontado como responsável pela queda nas vendas foi a semelhança de pautas entre os principais jornais, que se atém aos mesmos assuntos e limitam as possibilidades de interesse do leitor, que adquiriu no ciberespaço a autonomia de buscar informação à sua maneira.</p>
<p>O pesquisador Alexandre Correia dos Santos, da FAO, defende que a solução não está na adequação do formato ao estilo virtual, mas em novos caminhos como o jornalismo regional e o literário, enxergando, na proximidade com o leitor e/ou na linguagem diferenciada, as possíveis chaves para a reafirmação desta mídia.</p>
<p>O caso do JB não foi considerado um exemplo do fim do jornalismo impresso, e sim de uma má gestão. Tanto que até a <a href="http://jb.digitalpages.com.br/home.aspx" target="_blank">versão digital</a> decepcionou. Ela traz o mesmo formato do jornal em papel, apenas o passou para a rede, sem as adequações esperadas. Um congressista até fez uma brincadeira com a situação, dizendo que quem acessar a versão online provavelmente o fará para imprimir o jornal.</p>
<p>Do que acompanhei, essa foi a discussão que mais interessou, e achei que valia a pena passá-la adiante. Até porque considero o impresso insubstituível. Com certeza o espaço para ele hoje não é mais o mesmo, mas isso não diminui sua importância.</p>
<p>Aqui vai o link de um vídeo que o <a href="http://twitter.com/todearaujo">@todearaujo</a> me indicou um tempo atrás: <a href="http://www.ted.com/talks/lang/eng/jacek_utko_asks_can_design_save_the_newspaper.html">Jacek Utko pergunta: o design pode salvar os jornais?</a> (selecionar a opção de legenda em português)</p>
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		<title>Intercom fora de sala</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 07:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thamara Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>
		<category><![CDATA[intercom2010]]></category>

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		<description><![CDATA[A agenda do Intercom 2010 está cheia. Entre oficinas, minicursos e exposições, o evento está tão comentado que figurou ontem na segunda posição dos Trending Topics Brazil do Twitter. Em cada sala ou corredor não é difícil encontrar os congressistas com laptops, fazendo suas anotações e repassando para a rede. Bom sinal, já que se trata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A agenda do <a href="http://www.intercom.org.br/congresso/2010/chamada.shtml" target="_blank">Intercom 2010</a> está cheia. Entre oficinas, minicursos e exposições, o evento está tão comentado que figurou ontem na segunda posição dos Trending Topics Brazil do Twitter. Em cada sala ou corredor não é difícil encontrar os congressistas com <em>laptops</em>, fazendo suas anotações e repassando para a rede. Bom sinal, já que se trata de um encontro de comunicação.</p>
<p>Além do já esperado sucesso acadêmico do evento, a programação de festas também não ficou para atrás,  seja nas festividades de tradição regional ou nas baladas pelas boates da cidade.</p>
<p><span id="more-980"></span></p>
<div id="attachment_984" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a rel="attachment wp-att-984" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/intercom-fora-de-sala/borghettinho/"><img class="size-medium wp-image-984" title="Borghettinho" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/borghettinho-350x232.jpg" alt="" width="350" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Borghettinho no acordeon</p></div>
<p>Na sexta-feira, 3, dia em que chegamos, aconteceu a abertura oficial do congresso, com solenidades e show do cantor tradicionalista Borghettinho, aquele que você deve ter visto no acústico <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3QR2jc_SCfM" target="_blank">10.000 Destinos</a>, dos Engenheiros do Hawaii.</p>
<p>Em seguida fomos a um filó de confraternização na <a href="http://www.ucs.br/site" target="_blank">UCS</a>. O filó é uma tradicional comemoração italiana (adotada no sul pela influência da imigração) na qual se serve vinho, suco de uva e queijo, além de apresentar grupos de música e dança típicas.</p>
<p>Um grupo de dança tradicional italiana mostrou e ensinou passos de famosas músicas e danças, entre as quais <em>Funiculí, Funiculá </em>e <em>Tarantella:</em></p>
<div id="attachment_983" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a rel="attachment wp-att-983" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/intercom-fora-de-sala/claudia-velho-26-2/"><img class="size-large wp-image-983" title="Filó no intercom" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/Claudia-Velho-261-540x359.jpg" alt="" width="540" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo de dança italiana apresenta um pouco da sua cultura</p></div>
<p>Logo em seguida, na sequência da programação, o destino foi a moderna boate <em><a href="http://www.havanacafe.com.br/website/" target="_blank">Havana</a></em>, localizada no centro de Caxias. O conforto do local, com seus diversos ambientes, somado à animação do público do Intercom, rendeu uma das melhores festas do congresso.</p>
<p>Além dessas, o evento segue com opções diversificadas. A música sertaneja no <a href="http://www.arenacountrybar.com.br/" target="_blank">Arena</a>, o pagode no <em><a href="http://voiceclub.com.br/" target="_blank">Voice Club</a>,</em> e a música eletrônica no <em><a href="http://www.movecaxias.com.br/siteflash/#/home" target="_blank">Move</a>, </em>encerrando o congresso.</p>
<p>Foi interessante notar, na organização do evento, a importância dada à tradição. Tanto nas festas quanto nas atividades diurnas _<a href="http://intercomcaxias2010.blogspot.com/2010/09/intercom-2010-tambem-tem-escola-do.html" target="_blank">Escola do Chimarrão</a>, <a href="http://intercomcaxias2010.blogspot.com/2010/08/mangiare.html" target="_blank">Mangiare ComPolenta</a>, a cultura local esteve em destaque. Esse fato só vem reforçar o quanto o gaúcho se orgulha de sua cultura e luta pela sua preservação.</p>
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		<title>Caxias, cultivo de uvas e outros tantos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 03:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Cabala</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>
		<category><![CDATA[intercom2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de 30 horas, 5 estados (MG, RJ, SP, PR e SC), e quase 1600 Km de estrada percorridos,  os alunos da comufv finalmente chegaram ao destino: Caxias do Sul &#8211; RS, para o XXXIII Intercom. Mas nem o cansaço da longa viagem abalou a minha boa impressão da cidade, que conhecia até então somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 30 horas, 5 estados (MG, RJ, SP, PR e SC), e quase 1600 Km de estrada percorridos,  os alunos da <a href="http://www.com.ufv.br/" target="_blank">comufv</a> finalmente chegaram ao destino: Caxias do Sul &#8211; RS, para o <a href="http://www.intercom.org.br/congresso/2010/chamada.shtml" target="_blank">XXXIII Intercom</a>.</p>
<p><span id="more-915"></span></p>
<div id="attachment_924" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a rel="attachment wp-att-924" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/cultivo-de-uvas-e-outros-tantos/dsc01428-2/"><img class="size-medium wp-image-924  " title="Serra Gaúcha" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC014281-350x262.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">A vista das longas faixas de vegetação rasteira, os pampas, e das araucárias foi o aviso de que estávamos chegando.</p></div>
<p>Mas nem o cansaço da longa viagem abalou a minha boa impressão da cidade, que conhecia até então somente pela cultura vinícola. Entre os maiores IDH do país e importante município da Serra Gaúcha, Caxias justifica a posição na pavimentação das ruas, boa sinalização, infra-estrutura urbana, atendimento e educação dos caxienses, que se orgulham de suas origens.</p>
<p>Nossa primeira parada foi na <a href="http://www.ucs.br/site" target="_blank">UCS &#8211; Universidade de Caxias do Sul</a>, sede do evento. A impressão, acredito que de todos, não foi diferente. O <em>campus</em> universitário é bem extenso, bonito e organizado. Destaque para o transporte coletivo gratuito dentro da universidade e a presença de grande variedade de espaços com lanchonetes, diversos bancos e serviço hospitalar, que de acordo com o taxista Marcelo, atende muito bem a ricos e pobres.</p>
<div id="attachment_959" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a rel="attachment wp-att-959" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/cultivo-de-uvas-e-outros-tantos/dsc01445-5/"><img class="size-large wp-image-959 " title="Gaúchos em trajes típicos da região" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC014454-540x405.jpg" alt="" width="540" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Gaúchos em trajes típicos passeiam pelo campus da UCS.</p></div>
<p>Por falar em taxista, trabalhar neste serviço de transporte se transformou em atividade de risco devido à violência e aos assaltos praticados. O mesmo motorista nos contou que surgiu daí a necessidade de colocar cabine à prova de balas no espaço reservado aos condutores.</p>
<p>Minha segunda parada foi no Hotel Ópera. O lugar onde havia feito reservas com mais alguns amigos estava relacionado como indicação de hospedagem no <em><a href="http://www.saltur.com.br/hospedagemalternativa.html" target="_blank">site</a></em> do evento. Mas assim que cheguei me assustei. O lugar já estava lotado de todo tipo de sujeira, com direito a maços de cigarro pelo chão, lençóis sujos, fungos e mofos, e sem direito a janelas e café da manhã. Resultado foi a troca de hotel logo após a primeira noite. Agora sim, bem melhor.</p>
<p>Vida que segue para aproveitar os poucos e bons dias, os pequenos dissabores estão sendo compensados pelo incrível jeito da cidade, que sabe muito bem mesclar indústrias, avenidas e edifícios com vinícolas, ponchos e cantinas.</p>
<div id="attachment_928" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a rel="attachment wp-att-928" href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/cultivo-de-uvas-e-outros-tantos/dsc01448/"><img class="size-medium wp-image-928 " title="Chafariz do Campus" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC01448-350x466.jpg" alt="" width="350" height="466" /></a><p class="wp-caption-text">Construções imponentes marcam o espaço do campus. Entre elas, o chafariz chama atenção.</p></div>
<p>Em tempo, o evento em si impressiona pela excelência em organização. Mas isso é assunto para outro post.</p>
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		<title>30h depois&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 01:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[caxias do sul]]></category>
		<category><![CDATA[intercom2010]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos. Ontem&#8230; mas, os dias aqui passam tão depressa que só hoje tive esse tempo para escrever sobre o que talvez tenha sido a mais longa viagem da minha vida, e talvez da de muitos que também estavam no ônibus comigo. Eu que já sou acostumado com longas distâncias, afinal &#8211; sou baiano, e visito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos. Ontem&#8230; mas, os dias aqui passam tão depressa que só hoje tive esse tempo para escrever sobre o que talvez tenha sido a mais longa viagem da minha vida, e talvez da de muitos que também estavam no ônibus comigo.<br />
<span id="more-913"></span><br />
Eu que já sou acostumado com longas distâncias, afinal &#8211; sou baiano, e visito meus parentes com alguma frequência, fiquei cansado. De verdade. Entre Viçosa e Caxias do Sul são mais de 1600 km. O <a href="http://www.google.com.br/maps?f=d&amp;source=s_d&amp;saddr=Vi%C3%A7osa+-+MG&amp;daddr=Caxias+do+Sul+-+RS&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=FWJPw_4dJKpx_SmrS-TRlGejADH1rlo9rSCblA%3BFTDvQv4diRDz_Cmxof3kYJUelTHGTEQfyps6OQ&amp;mra=ls&amp;sll=-29.167824,-51.179383&amp;sspn=1.206333,2.469177&amp;g=Caxias+do+Sul&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;z=6">Google Maps</a> nos enganou e a viagem que segundo eles demora 19 horas de carro, pra gente foi uma longa jornada de 30 horas. Quase exatas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0004.jpg" rel="lightbox[913]"><img class="aligncenter size-large wp-image-916" title="Quase Volta Redonda..." src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0004-540x360.jpg" alt="Foto: Mãe da Samanta que tirou" width="540" height="360" /></a></p>
<p>Essa foto foi em uma de nossas paradas ao longo dos 4 estados que atravessamos. Rio, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. E por falar nesses últimos dois, quando completamos 24h de viagem, algo próximo das 7 da manhã, fizemos o vídeo abaixo na divisa entre os estados pra comemorar. A cidade é Papanduva. Está meio-muito escuro, mas a intenção é que importa, não é mesmo?</p>
<p>No vídeo, pessoal fala das fortes <em>emoções</em> na viagem e das peculiaridades do nosso busão:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="437" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/w76yKq_pU0Q?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="437" src="http://www.youtube.com/v/w76yKq_pU0Q?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><em>Jornalismo Verdade! (?) Ou não&#8230; A enquete fica pros extras!<br />
</em></p>
<p>Tirando a zoação de lado, a situação no ônibus teve seus momentos de tensão&#8230; Na primeira parte da viagem o calor imperou, já que a escolha era &#8220;ou o ar condicionado ou a o ônibus veloz&#8221;. Ficamos com a segunda opção.</p>
<p>Chegamos em Caxias quase as 13h da sexta-feira. Eu, a Maristela Leão (que tirou a foto abaixo), e mais três amigas estamos ficando em uma pousada que fica na BR antes da UCS, universidade que sedia o Congresso. Um pedaço da nossa comitiva está em alojamentos no Campus e o resto da galera espalhada pela cidade em hoteis. Vou pedir a contribuição deles com fotos pra gente mostrar a situação de cada um!</p>
<p>Como já haviamos perdido as oficinas do primeiro dia, uma parte do pessoal foi fazer credenciamento e conhecer a universidade. Outros, foram ao Shopping Iguatemi ou tiraram o dia pra descansar, afinal o congresso só estava começando!</p>
<div id="attachment_917" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0010-Cópia.jpg" rel="lightbox[913]"><img class="size-large wp-image-917" title="Descontração..." src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0010-Cópia-540x360.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos do 8º período no ônibus, incluindo eu, de cinza no canto &lt;</p></div>
<p>No post de amanhã, que vai falar de hoje (hehe), pretendo abordar finalmente meu primeiro dia de congresso e a nossa participação em um <em>flashmob</em> no meio do evento&#8230; ao som de Macarena. Já imaginaram? Até lá!</p>
<p><strong>Atualização:</strong> O Fred, do 4º período, falou sobre as <a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/cultivo-de-uvas-e-outros-tantos/">impressões da cidade, as coisas boas e o perrengue do hotel no primeiro dia dele na cidade</a>. Lê lá!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Intercom 2010</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/09/intercom-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 19:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes congresso científicos da área Comunicação do país chega a sua 33ª edição e é claro que o @comufv estará presente. Você vai poder acompanhar a partir da próxima sexta aqui no blog minhas impressões juntamente com o Frederico Cabala e a Thamara Pereira. Meu nome é Thiago Araújo. Meus colegas, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais importantes congresso científicos da área Comunicação do país chega a sua 33ª edição e é claro que o @<a href="http://twitter.com/comufv">comufv</a> estará presente. Você vai poder acompanhar a partir da próxima sexta aqui no blog minhas impressões juntamente com o <a href="http://twitter.com/fredcabala">Frederico Cabala</a> e a <a href="http://twitter.com/thamarapereira">Thamara Pereira</a>.<br />
<span id="more-901"></span></p>
<p><img class="aligncenter" title="Intercom 2010" src="http://www.com.ufv.br/images/stories/noticias/2010/intercom2010.jpg" border="0" alt="Logo Intercom 2010" width="300" height="78" /></p>
<p>Meu nome é <a href="http://twitter.com/todearaujo">Thiago Araújo</a>. Meus colegas, eu e alguns professores <a href="http://www.com.ufv.br/noticias/gerais/intercomnacional2010">vamos representar</a> o curso no congresso que acontece até o dia 6 de setembro na Universidade de Caxias  do Sul no Rio Grande do Sul!</p>
<p>Na manhã de amanhã, um ônibus com alunos de todos os períodos vai partir logo cedo para uma viagem de quase 24hrs (ou mais, ainda não sabemos ao certo <img src='http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ).  Vai encarar?</p>
<p>Você pode fazer comentários e participar da nossa cobertura enviando seus conteúdos com a tag #emviagem.</p>
<p>Hora de terminar as malas, <a href="http://twitter.com/intercom2010/status/22728334474">prepara o casaco e o guarda-chuva</a>. Até! <img src='http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Debatendo o ensino do jornalismo e a convergência</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/08/debatendo-o-ensino-do-jornalismo-e-a-convergencia/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos D'Andréa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[Como os cursos de jornalismo do Brasil estão se preparando para a "era da convergência". A rigor, será que estão realmente se preparando? Foi a partir destas questões que professores e pesquisadores da área reuniram-se no dia 26 e 27 de agosto em Florianópolis para "I Seminário  Nacional de Ensino de Jornalismo".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como os cursos de jornalismo do Brasil estão se preparando para a &#8220;era da convergência&#8221;? A rigor, será que estão realmente se preparando? Foi a partir destas questões que professores e pesquisadores da área reuniram-se no dia 26 e 27 de agosto em Florianópolis para <a href="http://www.procadjor.cce.ufsc.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=53:comissao-define-programa-do-seminario&amp;catid=5:noticias&amp;Itemid=1" target="_blank">&#8220;I Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo&#8221;</a>.<br />
<span id="more-884"></span></p>
<p>O evento foi organizado pela <a href="http://www.procadjor.cce.ufsc.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1&amp;Itemid=9" target="_blank">Rede Procadjor</a>, que reúne quatro programas de pós-graduação em Comunicação/Jornalismo no país (UFSC, UTP, USP e UFBA).</p>
<p>Em breve, os papers devem estar disponíveis na página do projeto.  Por ora, compartilho aqui algumas anotações e reflexões.</p>
<p>Como bem afirmou Elias Machado,  prof. do Mestrado em Jornalismo da UFSC e, junto com Tattiana Teixeira, organizador local do Seminário, o ensino de jornalismo no país é uma &#8220;caixa preta&#8221; &#8211; não existem dados sequer sobre o número de cursos em funcionamento no país.</p>
<p>São reveladores, embora não surpreendentes, os dados iniciais apresentados pelos integrantes da Rede a partir de uma metodologia comum. O levantamento nos três cursos da Grande Florianópolis, por exemplo, identificou que a reflexão e prática do ensino de jornalismo digital limita-se a algumas disciplinas isoladas, normalmente posicionadas na segunda metade das matrizes curriculares. Embora a transversalidade seja apontada pelos professores como algo importante, não há um diálogo com as demais áreas do jornalismo, que, na prática, são igualmente impactadas pela digitalização.</p>
<p>Em Curitiba, o cenário não é muito diferente, conforme apresentação de Álvaro Laranjeira (UTP), que pesquisou três dos cursos oferecidos na cidade (UFPR, PUC-PR e UNIBRASIL). Uma das descobertas interessantes é a ausência, nos Projetos Político Pedagógicos dos cursos, de reflexões ou mesmo indagações sobre o momento de incertezas tecnológicas e conceituais que o jornalismo vivencia na atualidade. &#8220;Os projetos são propositadamente harmônicos&#8221;, analisa.</p>
<p><a href="http://www.gersonmartins.jor.br/" target="_blank">Gerson Martins (UFMS)</a> apresentou uma pesquisa comparativa entre os cursos do Rio Grande do Norte e do Mato Grosso do Sul. Realizado com metodologia própria, o estudo realizado entre 2006 e 2009 identificou, entre outras questões, um uso intenso das ferramentas tecnológicas por alunos e professores &#8211; para fins pessoais, principalmente &#8211; e a inclusão recente de disciplinas na área de ciberjornalismo nos cursos dos estados.</p>
<p>Foi interessante também compartilhar reflexões sobre o ensino de jornalismo em cidades do interior, nas quais não há uma indústria regional de comunicação instituída. A professora Carlida Emerim, da <a href="http://www.unipampa.edu.br/portal/" target="_blank">Universidade Federal do Pampa</a>, dissertou sobre os &#8220;Desafios do ensino do telejornalismo no interior&#8221;, com foco nas cidades de Bagé e São Borja, ambas no interior do RS. Já a experiência de integração entre as plataformas analógica (jornal impresso) e digital (blog) foi apresentada pelo <a href="http://dsoster.blogspot.com/" target="_blank">Demétrio Soster</a>, da Unisc. No <a href="http://blogdounicom.blogspot.com/" target="_blank">blog do Unicom</a>, ele e os alunos em Santa Cruz do Sul (também interior do RS) têm procurado novas formas de linguagem, como o formato <a href="http://blogdounicom.blogspot.com/search/label/teleweb%20do%20unicom" target="_blank">teleweb</a>.</p>
<p>Outro trabalho que deu o que falar foi o <a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/" target="_blank">Jornal Comunicação</a>, desenvolvido no curso da UFPR e apresentado pelo prof. Toni Scharlau. O esforço para integrar produções de várias disciplinas e áreas do jornalismo e a reprodução do funcionamento de uma redação pareceram-me os pontos altos do trabalho.</p>
<p>_</p>
<p>Minha intenção inicial era apresentar um paper neste evento &#8211; mais especificamente uma reflexão sobre a wikificação dos processos de produção de textos para o <a href="http://www.com.ufv.br" target="_blank">site do curso da UFV</a>. Com os prazos apertados para <a href="http://www.com.ufv.br/noticias/gerais/novoppp" target="_blank">finalização do Projeto Pedagógico</a> do curso, o artigo ficou pela metade, quem sabe para um próximo seminário.</p>
<p>Ainda sem um artigo para apresentar, decidi manter a viagem. Valeu a pena, inclusive para perceber que, ainda que não tenhamos feito uma mudança tão significativa na estrutura do curso da UFV, aparentemente estamos &#8220;à frente&#8221; de vários cursos no esforço de aproximação das diferentes áreas do jornalismo.</p>
<p>E bateu uma grande curiosidade sobre como os cursos de jornalismo de MG estariam (?) se preparando para esta nova realidade&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>New York, New York</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[museus]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>

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		<description><![CDATA[Passados mais de uma década sem ver Nova York, depois de tantos acontecimentos relevantes no país, como a queda das Torres Gêmeas, a eleição de Obama, por sinal bastante popular na cidade, sentimos neste verão dos americanos uma população mais amigável com o imigrante. Em plena Times Square pudemos assistir como o Haiti está presente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passados mais de uma década sem ver Nova York, depois de tantos acontecimentos relevantes no país, como a queda das Torres Gêmeas, a eleição de Obama, por sinal bastante popular na cidade, sentimos neste verão dos americanos uma população mais amigável com o imigrante.<br />
<span id="more-812"></span><br />
Em plena Times Square pudemos assistir como o Haiti está presente nas manifestações de rua. Momento de emoção, quando uma adolescente canta Halo para a população do Haiti.</p>
<p><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/xnN6eKdXjOQ/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p>O que há de novo acontecendo em Nova York? Perguntam certamente nossos futuros jornalistas preocupados com as manifestações da arte, da linguagem e da tecnologia.</p>
<p>O Moma &#8211; apresenta Matisse e o Metropolitan Picasso. No mundo da tecnologia associado a arte assistimos ao trabalho de Bruce Nauman: Days que revela em uma das salas do MOMA &#8211; o espaço corriqueiro de Nova York através da repetição sonora dos dias da semana. Linguagem e som ocupam espaço importante no perfil do trabalho do artista. “Days of week” fala sobre o simples, sobre palavras banais que ordenam nossa vida e governam nosso comportamento ressalta as paredes de entrada da exposição.</p>
<p>Uma sala branca apresenta quadros brancos dispostos um em frente do outro que formam um corredor. No meio temos bancos distribuídos de maneira eqüidistante. Cada quadro dispõe de um dispositivo, colocado atrás da tela, que aciona a voz de diferentes pessoas, inclusive crianças, que vão falando os dias da semana: Monday, Tuesday. Esta situação se repete enquanto o público circula no espaço. Vídeo.</p>
<p><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/QNfaeSRKICo/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p>De maneira surpreendente encontramos na Igreja Anglicana outra cena interessante em que a tecnologia proporciona a inserção do receptor na cena. Temos a santa ceia virtualmente, basta que o visitante se acende e tateia a imagem para participar da cena. Vejam o vídeo.</p>
<p><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/0_4jhB_7d7k/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p>Mais sem dúvida nenhuma o Rockfeller Center é um lugar imperdível para o comunicólogo. Construído nas décadas de 30 e 40, também abriga o Rádio City Hall e a sede da NBC. Veja nas imagens a subida para a torre mais alta no elevador que leva ao Top of the Rock.</p>
<p>É também nesta área que encontramos o Museu do Rádio e da TV com acervo para ser desfrutado e pesquisado.</p>
<p><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/w7FUC3pzKzI/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p>Manifestações musicais são comuns na cidade seja no Central Park, seja nas filas para visitas aos monumentos.</p>
<p><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/oO1dosOMAMI/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p>Esses foram alguns destaques no mais a Estátua da Liberdade continua linda, com olhar firme e corajoso. O sucesso de Lady Gaga é incontestável da música para a moda, para ruas: Alejandro, Fernando, Roberto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>I Encontro Nacional de Blogueiros</title>
		<link>http://www.com.ufv.br/emviagem/2010/08/foi-um-sucesso-o-i-encontro-nacional-de-blogueiros/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 17:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício Caleiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional de Blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu esse final de semana, em São Paulo, o 1º. Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, primeira tentativa de reunir donos de blogs, tuiteiros e entusiastas da internet de todo o país para troca de experiências e planejamento de estratégias de segurança jurídica, viabilização financeira e expansão pública da atividade. O adjetivo “progressistas” – contra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu esse final de semana, em São Paulo, o 1º. Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, primeira tentativa de reunir donos de blogs, tuiteiros e entusiastas da internet de todo o país para troca de experiências e planejamento de estratégias de segurança jurídica, viabilização financeira e expansão pública da atividade.<br />
<span id="more-845"></span></p>
<div id="attachment_846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/blogprog_mesa_guto2.jpg" rel="lightbox[845]"><img class="size-full wp-image-846" title="Auditório lotado (Foto: Guto Carvalho)" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/blogprog_mesa_guto2.jpg" alt="Auditório lotado (Foto: Guto Carvalho)" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Auditório lotado </p></div>
<p>O adjetivo “progressistas” – contra o qual, confesso, tenho uma certa implicância, por remeter ao positivismo ou a discurso de políticos populistas – foi a forma de a organização do evento explicitar a não-inclusão de blogueiros ligados  a grandes corporações midiáticas – como, entre tantos exemplos possíveis, Ricardo Noblat (<em>O Globo</em>), Josias de Sousa (<em>Folha de S. Paulo</em>) ou o inacreditável Reinaldo Azevedo (<em>Veja</em>).  Afinal, blogueiro com patrão não rola.</p>
<h2><strong>Inscrições superam meta</strong></h2>
<p>A adesão ao encontro superou, em muito, a expectativa dos espectadores: a meta inicial era reunir 200 blogueiros e conseguir 20 cotas de patrocínio (a R$3mil cada), mas foram mais de 330 as inscrições individuais, enquanto a aquisição de quatro cotas extras por parte de patrocinadores permitiu não só o fornecimento de refeições, mas de hospedagem gratuita para os participantes vindos de outros estados.</p>
<p>Ainda assim, não foi um processo isento de críticas. Muitos reclamaram do preço da inscrição (R$100; R$20 para estudantes) que teria inviabilizado a vinda de algumas dezenas de interessados oriundos de outros estados.  Houve também queixas a respeito dos critérios de composição das mesas.</p>
<p>De minha parte, tenho a convicção de que a organização fez tudo ao seu alcance para minorar custos e trazer o maior número possível de participantes – e que, se houve uma ou outra discrepância na escolha dos palestrantes, foi por descuido, não por má-fé. Prefiro relevar tais questões em nome do apoio a uma iniciativa que pode dar frutos concretos num futuro próximo.</p>
<h2><strong>Abertura festiva</strong></h2>
<p>Na noite de abertura, um grupo de músicos liderados pelo jornalista e blogueiro Luís Nassif (ao bandolim) tocou um repertório de chorinhos e sambas para um público de aproximadamente 120 pessoas, em clima de confraternização e de reação &#8211; a um tempo indignada e jubilosa – ante as <a href="http://4.bp.blogspot.com/_OWbZuumvt5E/TG2TF_u9vwI/AAAAAAAAB-I/zUl1krPnIFQ/s1600/serra+acusa+cloaca.jpg" rel="lightbox[845]">acusações</a> à blogosfera que o candidato José Serra (PSDB/SP) fizera na véspera de que o governo federal financiaria “blogs sujos“.</p>
<p>A apresentação musical foi pontuada por breves discursos e saudações de alguns dos principais blogueiros do país e dos organizadores do evento &#8211; transmitido pela <em>web</em>, na íntegra, via <em>streaming</em>. O ponto culminante da noite teria sido a revelação da identidade do responsável pelo combativo blog gaúcho <a href="http://cloacanews.blogspot.com/">Cloaca News</a> (que promete interpelar judicialmente Serra para que ele apresente provas que corroborem suas acusações), não tivesse Nassif roubado a cena em seu contundente depoimento sinal, no qual salientou o quanto as diatribes do candidato tucano contra a blogosfera constituem, em suas palavras “uma assinatura no atestado da importância do papel dos blogs nas eleições atuais”.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/aofinaldanoite-resized.jpg" rel="lightbox[845]"><img class="size-large wp-image-864" title="Ao final da noite..." src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/aofinaldanoite-resized-540x405.jpg" alt="Ao final da Noite..." width="540" height="405" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
</dl>
</div>
<p>Ao final da noite, os participantes reuniram-se, animados, em uma mesa que, como peças de um jogo de dominó,  não parava de crescer e acabou por tomar todo o segundo andar do “Sujinho”, tradicional templo da boêmia paulista cujo nome deu vazão a toda sorte de piadas sobre os alegados “blogs sujos”.</p>
<h2><strong>A maratona do segundo dia</strong></h2>
<p>O segundo dia do evento foi reservado a palestras e debates. Na mesa de abertura, precedida por um breve “diálogo crítico” entre o notável jornalista Leandro Fortes (Carta Capital) e Rodrigo Vianna (que deixou a equipe do Jornal Nacional em 2006 <a href="http://www.viomundo.com.br/politica/rodrigo-vianna-como-ali-kamel-quer-levar-a-eleicao-para-o-segundo-turno.html">denunciando</a> manipulação eleitoral), Nassif, Paulo Henrique Amorim e Débora da Silva pintaram um rico painel do papel efetivo e das possibilidades da blogosfera na esfera pública. Foi particularmente pungente a intervenção de Débora, representando o <a href="http://maesdemaio.blogspot.com/">Movimento Mães de Maio</a>,  que luta pela condenação do Estado e dos policiais responsáveis (sic) pela indiscriminada reação às ações do PCC em maio de 2006, que teriam resultado na morte de 493 pessoas, muitas comprovadamente inocentes.</p>
<p>À tarde, uma mesa composta por profissionais do Direito debateu duas questões prementes para a blogosfera:</p>
<p>1)  A necessidade de familiarização com a legislação referente aos crimes de calúnia e difamação, para manter as eventuais críticas dentro dos limites legais;</p>
<p>2)  Articulação para criação de “grupo jurídico comum” que defenda o conjunto de blogueiros, já que têm ocorrido, com freqüência crescente, tentativas de intimidação via custosos processos judiciais &#8211; e a possibilidade de processos no atacado, patrocinados pelo grande capital, coloca-se no horizonte a cada eleição.</p>
<p>Ao final da tarde, após uma sessão de curta duração – e, a meu ver, pouco criativa &#8211; que debateu meios de financiar a blogosfera, foi a vez do melhor momento do dia, com uma mesa que, enganosamente intitulada “Narrativas na internet”, acabou por fornecer tanto um “histórico crítico-tecnolólogico” – através do excelente depoimento de Emerson Luis (do blog <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://emerluis.wordpress.com/">Nas Retinas</a></span>) -  da evolução dos padrões de postagem e interação na web, quanto, através  das falas de Luiz Carlos Azenha (do <a href="http://www.viomundo.com.br/">Viomundo</a>) e da minha querida amiga Conceição Oliveira (do <a href="http://www.mariafro.com.br/">Maria_Frô</a>), uma análise ilustrativa dos meios e técnicas para expansão da audiência dos blogs e da interpenetração social da blogosfera.</p>
<h2><strong>Interação e propostas</strong></h2>
<p>No momento em que escrevo, após uma manhã em que todos os participantes, divididos em grandes grupos, tiveram a oportunidade de apresentar seus blogs e de interagir criticamente com os participantes do evento, a plenária debate uma série de propostas visando aprimorar o papel da blogosfera.</p>
<p>Desse documento devem constar iniciativas como a já citada constituição de um corpo jurídico para defesa dos blogueiros; criação de um portal de blogs com adesão voluntária; moção de repúdio ao chamado “AI-5 digital” do senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG), que quer impor uma legislação draconiana à internet, a qual tende a cercear a livre-opinião na web. Uma agência de notícias dos blogs &#8211; sugestão do antenadíssimo <a href="http://altamiroborges.blogspot.com/">Altamiro Borges</a> visando reduzir a dependência do noticiário da mídia corporativa e estimular a produção de material jornalístico inédito pela blogosfera &#8211; deve ser ao menos encaminhada.</p>
<p>Deve ficar decidido, ainda, que o próximo encontro nacional será no Rio de janeiro, ano que vem. Espero que dessa feita os alunos da UFV se animem e participem, porque, além de muito divertido, é uma experiência tremendamente enriquecedora.</p>
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		<title>Profissão: Correspondente internacional</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 12:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[correspondente internacional]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Se fosse no Brasil, o encontro às 4 da tarde seria impossível. Esse é um momento quente nas redações por causa dos preparativos para o fechamento do jornal do dia seguinte. Mas, na China, Fabiano Maisonnave, 35, jornalista da Folha de S.Paulo, pôde me esperar na estação de metrô, de bermudas e chinelos (o dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se fosse no Brasil, o encontro às 4 da tarde  seria impossível. Esse é um momento quente nas redações por causa dos preparativos para o fechamento do jornal do dia seguinte. Mas, na China, Fabiano Maisonnave, 35, jornalista da Folha de S.Paulo, pôde me esperar na estação de metrô, de bermudas e chinelos (o dia estava quente, mas era por causa do tempo mesmo!), para um bate-papo sobre como é ser correspondente internacional.<br />
<span id="more-827"></span></p>
<div id="attachment_799" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/fabiano.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="size-full wp-image-799" title="Fabiano" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/fabiano.jpg" alt="" width="150" height="115" /></a><p class="wp-caption-text">Fabiano Maisonnave fez mestrado em história norte-americana pela Universidade de Connecticut; defendeu uma dissertação sobre imigrantes afro-brasileiros nos EUA</p></div>
<p>Quando perguntei quais as vantagens do trabalho, Fabiano disse, meio brincando, meio sério, que era a distância em relação ao chefe. Em Pequim, ele não tem o que reclamar: quase 18 mil km e 11 horas de diferença de fuso o separam dos patrões em São Paulo.</p>
<p>Desde que entrou na Folha, como trainee, em 2001, Fabiano trabalhou a maior parte do tempo em outros países. Em 2003, assumiu o posto de correspondente na Venezuela. Ele disse que o contrato de correspondente é renovado todo ano, mas que ficou tanto tempo em Caracas que a renovação era quase automática. Este ano, porém, foi feito o convite para mudar para a China.</p>
<p>Como correspondente na América Latina, ele realizou coberturas na Bolívia, na Colômbia, no México, no Peru, entre outros países.  Só como exemplos, duas coberturas recentes feitas pelo jornalista.</p>
<div id="attachment_800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/zelaya.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="size-medium wp-image-800" title="Zelaya" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/zelaya-350x233.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Zelaya dorme com o inseparável chapéu na Embaixada Brasileira; foto: Edgard Garrido, Reuters</p></div>
<p>No que seria uma história trágico-cômica, no ano passado, ele ficou “preso” por 42 dias na Embaixada Brasileira em Honduras, tendo a companhia de um hóspede “mais ilustre”, o ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya (que sofreu um golpe e nas tentativas fracassadas de voltar ao país usou a diplomacia brasileira). Além das reportagens para o jornal impresso, “como tinha bastante tempo livre”, Fabiano também atualizava o blog Da embaixada.</p>
<p>Já no início deste ano, ele foi um dos primeiros jornalistas brasileiros a chegar no Haiti depois do terremoto (24 horas). Quando toco no assunto, Fabiano fica visivelmente triste. A tragédia, para ele, foi injusta com o país “que deveria ser o último a receber um terremoto dadas as condições nas quais as pessoas viviam”. Ele disse que foi um dos trabalhos mais difíceis, pelo aspecto humano: vários mortos e feridos, incluindo crianças e bebês.</p>
<div id="attachment_801" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/menino.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="size-medium wp-image-801" title="Criança resgatada 66 horas após terremoto espera atendimento" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/menino-350x254.jpg" alt="Criança resgatada 66 horas após terremoto espera atendimento" width="350" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Criança resgatada 66 horas após terremoto espera atendimento; foto: Fabiano Maisonnave, Folha Imagem</p></div>
<p>Além disso, fez críticas ao impasse entre a diplomacia brasileira e a norte-americana no socorro às vítimas e a colegas de profissão, inclusive jornalistas brasileiros, que usaram o terremoto e a situação desesperadora do povo haitiano para se autopromover, com direito a “socorros cinematográficos” e histórias inventadas sobre falta de segurança.</p>
<p>Com a mudança para a China, suas matérias, atualmente, estão cada vez menos no caderno Mundo para ocupar o caderno Mercado (antigo Dinheiro, da Folha). Essa mudança revela o que mais chama a atenção do público brasileiro sobre o “gigante oriental”.</p>
<p>Para Fabiano, a agenda de negócios Brasil-China é responsável por fazer com que um jornal brasileiro envie um correspondente ao país, já que as agências internacionais de notícias internacionais não cobrem essa relação bilateral da mesma forma. Uma das últimas matérias de Fabiano trata justamente de um investimento recorde, de mais de US$ 3 bilhões, da China sobre o setor de energia brasileiro.</p>
<p>Para o correspondente brasileiro, a principal dificuldade de trabalhar na China é o idioma. Sempre é preciso confiar na versão dada pelo intérprete. Ele acredita que até mesmo as fontes que sabem falar em inglês pedem para a entrevista ser em mandarim como forma de observar as respostas dadas pelo intérprete na tradução e os comentários do jornalista brasileiro.</p>
<p>A questão do fuso também atrapalha, já que às vezes os contatos demoram dois dias. As pautas são sugeridas por ele ou pedidas pela redação. Mas mesmo quando a pauta vem de São Paulo, isso não significa que a matéria vai ser publicada. Às vezes, o trabalho de um ou dois dias não vai parar nas páginas do jornal ou vira uma notinha de poucas linhas. Pelo menos, agora, ele pode aproveitar e publicar o material no recém-criado blog Pelo mundo, dos correspondentes internacionais da Folha.</p>
<p>Problemas menores, mas não menos importantes também afetam a vida do jornalista. A poluição do ar de Pequim também entrou na conversa. Ele que é adepto da pelada de fim de semana estava pensando em deixar o futebol de lado para não comprometer a saúde.</p>
<div id="attachment_803" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/Fabiano-e-eu-e1281046510786.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="size-large wp-image-803" title="Fabiano e eu" src="http://www.com.ufv.br/emviagem/wp-content/uploads/2010/08/Fabiano-e-eu-540x675.jpg" alt="" width="540" height="675" /></a><p class="wp-caption-text">Quando pedi para tirar a foto, Fabiano brincou: &quot;Ih, já está igual chinês, querendo foto de tudo!&quot;</p></div>
<p>Fabiano acredita que a posição brasileira nas questões mundiais (desde o G20 até armas nucleares no Irã) vai fazer com que aumente o número de correspondentes em outros países. Aqueles que tiverem interesse em seguir nessa área, preste atenção nas dicas:</p>
<ul>
<li>é preciso dominar o inglês (se tiver pensando em trabalhar na China, é bom saber mandarim também);</li>
<li>ter experiências em viagens (não necessariamente internacionais);</li>
<li>um pouco de desapego familiar (nesse momento, a esposa dele, a venezuelana Paula, que também é jornalista, faz um gesto com a mão indicando que é preciso, na verdade, muito desapego).</li>
</ul>
<p><em>PS.: Eu conversei com o Fabiano no meu último dia na China. Até cheguei atrasado para fazer o check-out no hotel. Desde o dia que voltei, estou tentando me recuperar de uma gripe forte que, infelizmente, trouxe junto comigo. Isso explica o atraso do post.</em></p>
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