Ni hao!
Sim, agora já estamos na China. Depois de quase nove horas de viagem, chegamos em Xangai às 6h (horário de Brasília) ou às 17h daqui.
A primeira pessoa conhecida que vimos, ainda no aeroporto, foi o fenômeno Ronaldo, dando boas-vindas aos turistas na propaganda do banco HSBC. Os alunos chineses da Universidade de Xangai vieram nos receber com a plaquinha TOP China.
Pegamos o ônibus e viemos para o Quian Dao Hu Hotel. Engraçado é que aqui ninguém fala em inglês. Sorte nossa que o Santander deu umas frases em mandarim escritas em cartões. Serviu, por exemplo, para eu comprar uma garrafa de água há poucas horas.
É mais ou menos assim: você sorri, diz oi – eles não entendem o oi, claro; mas o sorriso, sim
-, daí você entrega o cartão e pergunta (tanto faz em inglês ou em português acompanhado do gesto característico: quanto custa?). Eles dizem em mandarim e você faz outro gesto dizendo que quer ver o preço na calculadora. Aí eles te entregam a calculadora com o preço em yuan. Uma garrafa de água mineral vale 1,50 yuan (R$0,40).

Olha como os professores e os alunos ficaram, digamos, desconfiados na hora de experimentar as iguarias
Mas, a surpresa da noite foi o jantar chinês! De cara, tivemos que nos virar com os hashis. Quem já tinha hábito de comer comida japonesa, se deu bem. Não foi o meu caso. Pelejei para levar alguns legumes e pedaços de carne à boca. Como marinheiro de primeira viagem, acho até que o desempenho não foi dos piores.
Quer ver o que tínhamos para comer?

Bom, pelo que entendi, este prato tem peixe, carne de porco e alguns legumes; o shoyo serve para você molhar quase tudo
O jeito agora é nos acostumar com o fuso horário. Aí no Brasil são três da tarde; aqui, em Xangai, duas da manhã. Juntando a diferença dos horários mais o cansaço da viagem, é melhor ir para cama repor as energias porque as atividades amanhã começam cedo.
Zai jian.


